Numa dessas minhas fases “leitora voraz”, que vão e vem de época em época, me deparei com um livro que me surpreendeu: O animal agonizante, do Philip Roth. Super recomendação de amigos, é um livrinho fininho, mas que me passou um bocado de sensações. É basicamente o relato de um tiozão, com seus sessenta anos e personalidade bem peculiar. Por sinal, me lembrou muito “A casa dos budas ditosos”, do João Ubaldo Ribeiro, mais erótico, mas também ótimo.
Mas enfim, tem inúmeras passagens do livro que eu queria comentar, diversas falas do tiozinho que eu queria palpitar sobre, mas vou deixar isso para outra hora, por enquanto vou para outro lado.
Ao tentar fazer a lista dos meus dez filmes preferidos, um dos primeiros que eu lembro é Closer, sempre. Nossa, eu sou a-l-u-c-i-n-a-d-a por este filme. Desde a cena inicial, da Natalie Portman com a trilha do Damien Rice, até a cena final, da Natalie Portman com a trilha do Damien Rice (nunca vi uma música tão bem empregada em um filme, por isso ficou ótima empregada duas vezes!), o filme TODO merece comentários. E assim como o livro do Philip Roth, eu teria inúmeras cenas para palpitar sobre por aqui, o que não farei agora também.
Na real eu falei dos dois para chegar onde eu queria: apesar de eu ter adorado os dois, eu percebi que tenho que tomar cuidado com esse tipo de filme ou livro por uma simples razão – que deve ser a razão pela qual eu gosto tanto deles: em relação a relacionamentos, eles são EXTREMAMENTE realistas, pragmáticos, objetivos. Sendo eu também demasiado assim, tenho que cuidar para não jogar o que me resta de romantismo pela janela.
No Closer, vemos que relacionamentos não são perfeitos, que a verdade nem sempre é a melhor saída, que muitas vezes só gostar não adianta, que sexo faz sim diferença (mas também não é tudo), que nem todos são o que parecem ser, mesmo após anos de convivência. Enfim, que não há receita, que a expressão “pessoa certa” é muito relativa e principalmente: que, na maioria das vezes, não gostamos da pessoa pelo que ela realmente é, mas pela personalidade que nós mesmos atribuímos a ela, pelo que decidimos que ela é. Essa eu acho uma verdade incontestável, acontece sempre, com todos.
O livro também vai por aí, mas em um sentido mais prático: o personagem é completamente contra o casamento, que acredita ser uma instituição fadada ao insucesso e dá inúmeros exemplos neste aspecto.
Portanto, eu, que já acredito em muito disso (apesar de não ser tão rigorosa em relação ao casamento), acabo aumentando o meu rol de teorias a respeito e diminuindo drasticamente as minhas concepções mais românticas. É claro que quando eu estou apaixonadaça eu esqueço tudo isso e acho que vai ser para sempre, que ultrapassaremos todas as barreiras e blábláblá, mas no meu estado normal, cada vez diminui meu romantismo - e isso não é bom. Porque, no fundo, eu admiro muito os românticos e sonhadores...
Acho que to precisando alugar Titanic e dar uma lida em Polyana...
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Textinho a publicar (ou não) no jornalzinho da família...
O Ché me pediu para escrever alguma coisa para o jornalzinho da família. Da outra vez a Lelena já tinha pedido, o que me faz crer que o Tio Quincas, por algum motivo desconhecido, colocou na cabeça dos filhos que eu escrevo bem. Anyway, bem ou mal, agora cá estou (qualquer reclamação, favor direcionar-se à mesa da Tia Arabela).
Eu adoro as festas da família. Não estou aqui babando ovo não, eu realmente gosto muito. De repente porque sou fruto dessa família por todos os lados, para qualquer direção da minha árvore geneológica que se vá, se chega na Vó Quinota. Ou então porque desde que eu me conheço por gente meus pais são separados e acaba sendo na festa da família o único momento em que estão as duas famílias, de pai e de mãe, reunidas. Mas na verdade, na realidade mesmo, eu acho que esses motivos até ajudam, mas posso listar dezenas de outros que me fazem sofrer se tenho que faltar uma festa.
Esse ano, por exemplo, não poderei comparecer. Motivos mais fortes me levam ao litoral catarinense, fazer o quê... mas juro que fico muito chateada de perder, porque só tem uma vez por ano. Perdeu? Só ano que vem. Eu lembro que quando eu estava na Austrália me enviaram o jornalzinho da festa: eu chorei lendo. Provavelmente não tinha nenhuma notícia triste, nem uma única singela nota mais emocionante, mas eu chorei lendo. E é lembrando disso que eu consigo elencar os motivos que me fazem gostar tanto da festa.
Reencontrar todo mundo, muitos dos quais acabamos vendo só ali mesmo; ler e dar risadas com os jornaizinhos e com eles se inteirar dos acontecimentos do último ano (quem casou, se formou, viajou,...); os doces das tias, sempre um espetáculo; a cervejinha gelada e a animação progressiva (meu pai diz que eu tenho que me cuidar nesse sentido, é muita genética para uma pessoa só!); ver a minha família reunida, o que acaba sendo difícil, na correria do dia a dia; encontrar o pessoal do Tio Ruy, pois acaba sendo só na Festa da Família (ou por causa dela) o meu contato com eles; a mesma coisa com a Tia Lalá e companhia, que eu até vejo com mais frequência, mas não com a necessária; a Tia Bira querida, sempre presente; aquele batalhão da família da Tia Wanda, uma alegria só, que anima a festa; rir com os filhos da Tia Ara, que eu já considero tios de verdade, como se fossem irmãos dos meus pais; ouvir o discurso do Ché (sempre tem, né?); descobrir o que a comenda do ano aprontou de novidade; a eleição da nova comenda, sempre um show de risadas; descobrir o quanto eu cresci ("como tu cresceu") - e agora que eu já passei dessa fase, ver como as crianças crescem rápido (desespero!).
Enfim, por essas e por outras que a Festa da Família significa muito para mim. Eu acho que tem que ter todo ano sim e que a gente não pode deixar morrer. Porque no fim, a família é tudo que nós temos e o sentimento de união que a festa passa deve permanecer sempre. Foi pouca gente em um ano específico? Paciência, quem foi se divertiu. Mas que se faça sempre.
Até porque, no fim das contas, eu não posso viver sem os discursos do Ché...
Eu adoro as festas da família. Não estou aqui babando ovo não, eu realmente gosto muito. De repente porque sou fruto dessa família por todos os lados, para qualquer direção da minha árvore geneológica que se vá, se chega na Vó Quinota. Ou então porque desde que eu me conheço por gente meus pais são separados e acaba sendo na festa da família o único momento em que estão as duas famílias, de pai e de mãe, reunidas. Mas na verdade, na realidade mesmo, eu acho que esses motivos até ajudam, mas posso listar dezenas de outros que me fazem sofrer se tenho que faltar uma festa.
Esse ano, por exemplo, não poderei comparecer. Motivos mais fortes me levam ao litoral catarinense, fazer o quê... mas juro que fico muito chateada de perder, porque só tem uma vez por ano. Perdeu? Só ano que vem. Eu lembro que quando eu estava na Austrália me enviaram o jornalzinho da festa: eu chorei lendo. Provavelmente não tinha nenhuma notícia triste, nem uma única singela nota mais emocionante, mas eu chorei lendo. E é lembrando disso que eu consigo elencar os motivos que me fazem gostar tanto da festa.
Reencontrar todo mundo, muitos dos quais acabamos vendo só ali mesmo; ler e dar risadas com os jornaizinhos e com eles se inteirar dos acontecimentos do último ano (quem casou, se formou, viajou,...); os doces das tias, sempre um espetáculo; a cervejinha gelada e a animação progressiva (meu pai diz que eu tenho que me cuidar nesse sentido, é muita genética para uma pessoa só!); ver a minha família reunida, o que acaba sendo difícil, na correria do dia a dia; encontrar o pessoal do Tio Ruy, pois acaba sendo só na Festa da Família (ou por causa dela) o meu contato com eles; a mesma coisa com a Tia Lalá e companhia, que eu até vejo com mais frequência, mas não com a necessária; a Tia Bira querida, sempre presente; aquele batalhão da família da Tia Wanda, uma alegria só, que anima a festa; rir com os filhos da Tia Ara, que eu já considero tios de verdade, como se fossem irmãos dos meus pais; ouvir o discurso do Ché (sempre tem, né?); descobrir o que a comenda do ano aprontou de novidade; a eleição da nova comenda, sempre um show de risadas; descobrir o quanto eu cresci ("como tu cresceu") - e agora que eu já passei dessa fase, ver como as crianças crescem rápido (desespero!).
Enfim, por essas e por outras que a Festa da Família significa muito para mim. Eu acho que tem que ter todo ano sim e que a gente não pode deixar morrer. Porque no fim, a família é tudo que nós temos e o sentimento de união que a festa passa deve permanecer sempre. Foi pouca gente em um ano específico? Paciência, quem foi se divertiu. Mas que se faça sempre.
Até porque, no fim das contas, eu não posso viver sem os discursos do Ché...
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
Que merda quando a gente sabe EXATAMENTE o que tem que fazer, mas impulsivamente teima em fazer o contrário...
A gente já sabe o que vai acontecer se fizermos o que sabemos que não devemos. Sabemos perfeitamente todas as consequências de um ato, aquele tipo de coisa que já fizemos um milhão de vezes e em 97% delas nos arrependemos depois. Portanto, seguindo a razão é óbvio: NÃO FAZ, TU VAI TE ARREPENDER. FATO. Mas e a emoção? E aqueles 3%?? Porque vendo de fora é fácil, mas no meio do turbilhão, os 3% parecem chances gigantescas e o impulso vem com tudo!
Ai, como eu queria ser uma pessoa muito mais racional nessas horas...
(e a agonia continua...)
A gente já sabe o que vai acontecer se fizermos o que sabemos que não devemos. Sabemos perfeitamente todas as consequências de um ato, aquele tipo de coisa que já fizemos um milhão de vezes e em 97% delas nos arrependemos depois. Portanto, seguindo a razão é óbvio: NÃO FAZ, TU VAI TE ARREPENDER. FATO. Mas e a emoção? E aqueles 3%?? Porque vendo de fora é fácil, mas no meio do turbilhão, os 3% parecem chances gigantescas e o impulso vem com tudo!
Ai, como eu queria ser uma pessoa muito mais racional nessas horas...
(e a agonia continua...)
domingo, 26 de outubro de 2008
sunday
(todo mundo no trago. não nos levem em consideração)
1. terapia grupal bebunzal: tema - relacionamentos
Porque falar sobre isso? por que isso sempre vem a tona? pq mulheres em conjunto não conseguem se desvencilhar deste tema??é complexo, é difícil, é totalmente fora de questão...
A gente sabe que as mulheres passam seus dias pensando em trabalho..ok, trabalho e nas horas vagas nos homens...
Porque temos tantas indecisões...porque tantos problemas quando o assunto é relacinamento?
OK. Fiquei com ele, fiquei cm ele, it was perfect...
E Mariana assume o comando! Antes que a Paula fale mais do que deve, melhor tirar ela de circulação. Ou pelo menos fora de publicação. Fácil, é só atrair a atenção dela com música ou cerveja. O único efeito colateral indesejado é se a pinta resolve cantar, mas paciência.
Sei lá, acho que no momento esses papos de relacionamentos não andam fazendo muito sentido pra mim... vejo muitos atrativos na vida descompromissada, desde a própria solidão até - e principalmente - os momentos de diversão. Dos quais também não convém falar muito neste espaço...
Cada um com seus probelas como dizem, mas na verdade as amigas que são amigas, sabem dizer muito melhor que qualquer psiquiatra pode faze a diferença...e nao que as amigas possam fazer a diferença..mas quer saber...elas fazem, e elas te fazem abrir a cabeça comom ninguém, nem seu psicologo ou sua mãe ou realmente não existe mais niguém no mundo que possa te distinguir de todas as outras, pq sim, vc é especial, pode não ser para todos , mas para elas vc é especial, e vcs se entendem, elas te entendem, e sabem que tudo o que está sentindo no momento faz sentido. Na verdade, faz todo sentido do mundo..elas são tuas amigas e vão fazer o possível para te fazer olhar o lado bom....
Na verdade esse assunto começou com relacionamentos, mas na real....acabou mostrando o quanto importante são as amizades...pq não tem graça falar sobre amores, se não tem quem compartilhe, sua, alegria, suas dores ou suas tritezas....pq no fundo elas é que fazea grande difernça.
E sim, ok, um diA vamos casar, e vamos cntinar com nossas duvidaws, e vamos continuar nos dando força para o que der e vier...
O verdadeiro casamento, hoje, e é o que eu preciso mesmo, é o casamento com minhas amias, aquelas que estarão lá para o que der e vier,...e divórcio..pode existir, na real, todo dia existe, e isso sim, que é casamento de verdade..divorcia num dia, mas no outro, se mata por aquela pessoa que é única na sua vida.
Love you guys..you make my life soooo easy!!!
Bah, que trago! Luiza assumiu o camando agora e eu não entendi bulhufas do que a Paula escreveu...mas a moral é que a gente passou o dia bebendo e discutindo e flosofando...o que? homens, homens, homens. Assunto nº1. Sempre. Porque uma namora muito e sempre enquanto a outra tem sérios problemas pra engatar um relacionameno? O que que acontece? Qual o segredo? A moral é que não tem terapia que pague essa terapia dominical em Equipe. Se pa algum dia a gente vai chegar numa conclusão boa. Por enquanto...traz mais uma Brahma Extra...
1. terapia grupal bebunzal: tema - relacionamentos
Porque falar sobre isso? por que isso sempre vem a tona? pq mulheres em conjunto não conseguem se desvencilhar deste tema??é complexo, é difícil, é totalmente fora de questão...
A gente sabe que as mulheres passam seus dias pensando em trabalho..ok, trabalho e nas horas vagas nos homens...
Porque temos tantas indecisões...porque tantos problemas quando o assunto é relacinamento?
OK. Fiquei com ele, fiquei cm ele, it was perfect...
E Mariana assume o comando! Antes que a Paula fale mais do que deve, melhor tirar ela de circulação. Ou pelo menos fora de publicação. Fácil, é só atrair a atenção dela com música ou cerveja. O único efeito colateral indesejado é se a pinta resolve cantar, mas paciência.
Sei lá, acho que no momento esses papos de relacionamentos não andam fazendo muito sentido pra mim... vejo muitos atrativos na vida descompromissada, desde a própria solidão até - e principalmente - os momentos de diversão. Dos quais também não convém falar muito neste espaço...
Cada um com seus probelas como dizem, mas na verdade as amigas que são amigas, sabem dizer muito melhor que qualquer psiquiatra pode faze a diferença...e nao que as amigas possam fazer a diferença..mas quer saber...elas fazem, e elas te fazem abrir a cabeça comom ninguém, nem seu psicologo ou sua mãe ou realmente não existe mais niguém no mundo que possa te distinguir de todas as outras, pq sim, vc é especial, pode não ser para todos , mas para elas vc é especial, e vcs se entendem, elas te entendem, e sabem que tudo o que está sentindo no momento faz sentido. Na verdade, faz todo sentido do mundo..elas são tuas amigas e vão fazer o possível para te fazer olhar o lado bom....
Na verdade esse assunto começou com relacionamentos, mas na real....acabou mostrando o quanto importante são as amizades...pq não tem graça falar sobre amores, se não tem quem compartilhe, sua, alegria, suas dores ou suas tritezas....pq no fundo elas é que fazea grande difernça.
E sim, ok, um diA vamos casar, e vamos cntinar com nossas duvidaws, e vamos continuar nos dando força para o que der e vier...
O verdadeiro casamento, hoje, e é o que eu preciso mesmo, é o casamento com minhas amias, aquelas que estarão lá para o que der e vier,...e divórcio..pode existir, na real, todo dia existe, e isso sim, que é casamento de verdade..divorcia num dia, mas no outro, se mata por aquela pessoa que é única na sua vida.
Love you guys..you make my life soooo easy!!!
Bah, que trago! Luiza assumiu o camando agora e eu não entendi bulhufas do que a Paula escreveu...mas a moral é que a gente passou o dia bebendo e discutindo e flosofando...o que? homens, homens, homens. Assunto nº1. Sempre. Porque uma namora muito e sempre enquanto a outra tem sérios problemas pra engatar um relacionameno? O que que acontece? Qual o segredo? A moral é que não tem terapia que pague essa terapia dominical em Equipe. Se pa algum dia a gente vai chegar numa conclusão boa. Por enquanto...traz mais uma Brahma Extra...
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
Despejando

- É impressionante como alguma coisa, um simples acontecimento, um mero fato, entre tantos que vão acontecendo entre a rotina de aula, trabalho, aula, trabalho, pode fazer com que tudo vire de cabeça para baixo de repente. Sem escolher, sem saber porque,de repente alguma coisa toma uma dimensão não imaginada e as certezas - que pareciam tão fortes! - desaparecem. E que trabalhão para realinhar as idéias e seguir andando...
- Esse "climinha verão" tá me contagiando! As minhas amigas dizem que eu tô louca, que nem tá clima de verão ainda, mas eu juro que já consigo sentir um cheirinho dele no ar! E daí ressurge aquela empolgação que só o verão traz... a vontade de ir correndo pra praia sempre que der, a saudade de Santa, do mar, do pé descalço na areia, do chimarrão na tardinha, da cerveja bem gelada depois de um dia quente e estressante. Parece que o inverno deixa tudo isso meio adormecido e até faz a gente esquecer o quanto é bom... bom, eu já me lembrei, que venha o verão...e logo!
- Grande parte das pessoas que eu conheço que fazem Direito não gostam tanto. Ou pelo menos reclamam muito. Nada contra, acho que é meio chato mesmo, entre tantas coisas possíveis de se fazer... O problema é que eu gosto. E isso não seria problema, se eu aproveitasse o "gostar" para realmente estudar e me puxar. Mas não, difícil ir em aulas com professores meia-boca, difícil estudar em casa trabalhando 8 horas, passando mais 4 na faculdade, tendo que ver as amigas, correr, ver a família. Me irrita muito o meu próprio desleixo nesse sentido!
- Por fim, nestas despejadas de pensamentos: que coisa boa quando começa a época de planejar e ter o que esperar. Organizar para onde se vai no Reveillón, combinar um fim-de-semana na praia, esperar por uma festa de formatura...
domingo, 5 de outubro de 2008
Alô
Passei por um período de sérios problemas...no meu computador!
Ainda estou na real, por isso aproveitei essa passagem por Mostardas para dar uma escrevida por aqui e ressucitar o blog, que já tava na UTI.
O pior é que a Mari co-autora resolveu começar a trabalhar, além das duas faculdades e várias atividades extra, o que obviamente deixa ela com zero tempo para escrever também. O Pato há muito esqueceu que isso aqui existe, vida de produtor não é fácil!
Ai, e eu ainda tinha muuuuitos assuntos para comentar: eleições, Fernando Meirelles, a máquina que pode acabar com o mundo, a nova lei dos estagiários, tendências desse verão, minhas listas dos dez mais em várias categorias, uns livros que eu andei lendo...aff! O problema é que tô sem tempo por agora, então desta vez só vim dar um alô mesmo.
Mas em breve vou despejando meus assuntos por aqui...
Ainda estou na real, por isso aproveitei essa passagem por Mostardas para dar uma escrevida por aqui e ressucitar o blog, que já tava na UTI.
O pior é que a Mari co-autora resolveu começar a trabalhar, além das duas faculdades e várias atividades extra, o que obviamente deixa ela com zero tempo para escrever também. O Pato há muito esqueceu que isso aqui existe, vida de produtor não é fácil!
Ai, e eu ainda tinha muuuuitos assuntos para comentar: eleições, Fernando Meirelles, a máquina que pode acabar com o mundo, a nova lei dos estagiários, tendências desse verão, minhas listas dos dez mais em várias categorias, uns livros que eu andei lendo...aff! O problema é que tô sem tempo por agora, então desta vez só vim dar um alô mesmo.
Mas em breve vou despejando meus assuntos por aqui...
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...pensamentos, teorias e devaneios...
