Praia o dia inteiro.
Frio, cobertor, tv, muitos livros e revistas.
Acordar domingo bem aos poucos, ir pro churrasco da família, de lá pro jogo do Inter e dormir cedo pra começar a semana tranquila.
Mesa de bar, com cerveja, amigos e muita conversa fiada.
Passar uma tarde inteira assistindo todos epísódios das minhas séries preferidas. Chegar em casa cansada e ter um monte de revistas me esperando para serem lidas.
Uma viagem que deixa muita história pra contar.
Estrada, música muito alta e cantoria com as amigas.
Sensação de dever cumprido.
Começar a arrumar o quarto meio na obrigação e acabar ficando horas revendo fotos antigas, cartas, agendas.
Uma nota muito boa numa prova que realmente me esforcei estudando.
Sensação depois da academia.
Começar a conversar com os amigos de noite, passar por todos os assuntos imagináveis e quando perceber, amanheceu.
Domingo de inverno com sol, bergamota e chimarrão em algum parque.
Dar um mergulho no mar gelado num dia quente.
Banho de chuva.
A tristezinha que dá ao final de um livro muuuuito bom.
Vinho e lareira.
Pé descalço na areia.
Café na cama.
Um dia só pra beleza, com direito à mão, cabelo e tudo mais que der.
Compras.
Conversas inteligentes.
Ouvir a música que se adora no rádio.
Ataque de riso, sem conseguir parar.
Chorar vendo filme.
Rir muito vendo filme.
Reelembrar os velhos tempos.
Natal com a familia.
Ano novo com os amigos, em alguma praia.
Casa cheia.
Ouvir uma música que não se ouvia há muuuito tempo e lembrar de coisas legais. Reencontrar velhos amigos.
Sextas-feiras, após o último compromisso.
Conhecer novos lugares.
Borboletas na barriga ao falar com alguém que se gosta.
Família dizer que se orgulha da gente.
Ventilador.
Ver que as calças estão ficando grandes.
Um abraço beeem apertado. U
m dia inteiro de programas só com os melhores amigos.
Cinema com pipoca.
Acordar na praia, colocar o colchão na área de casa e dormir com o ventinho com cheiro de mar.
Teatro.
Coca-Cola de garrafa de vidro.
Uma cerveja beeem gelada depois de um dia cansativo.
Elogios sinceros.
Andar de cavalo, de bicicleta e de patins.
Jogar handball, vôlei, futebol.
Discutir política, futebol e filosofar sobre a vida.
Uma festa boa, dançar muito.
Um show inesquecível.
Comer depois de festa, rindo muito ao lembrar dos acontecimentos da noite.
Amigo-secreto.
Jogos.
Mensagem no celular de quem mais se quer quando menos se espera.
Receber a ligação que esperamos.
Um banho bem demorado, com ducha forte e água bem quente.
Piscina.
Passear no brique no domingo de manhã.
Correr e sentir que o desempenho está melhorando.
Se sentir saudável.
Se sentir bonita.
Ficar um dia inteiro em casa, sem tirar o pijama e vendo tudo que passa na TV.
Uvas, muitas uvas.
Pão quentinho, saindo do forno.
Dar presentes.
Ganhar presentes.
Festa de aniversário.
Botar o armário abaixo, reorganizar as roupas e descobrir um monte de coisa que não se lembrava mais.
Caminhar na praia.
Luau na praia.
Fim-de-semana em São Simão, com Baile, toda turma presente e a família enchendo a casa.
Fim-de-semana em Mostardas com a família, chimarrão e pipoca na praça, pizzaria e festa de noite.
Fim-de-semana em Porto Alegre com cinema, barzinho, festa, parque.
Beira Rio lotaaado.
Inter campeão.
Amor, paixão e vontade de estar junto, não necessariamente nesta mesma ordem.
Gostar do que se faz, trabalho e faculdade.
Pizza e chocolate.
Experimentar coisas novas, não ter medo de errar.
segunda-feira, 7 de abril de 2008
segunda-feira, 17 de março de 2008
LUTO
É estraho como a vida às vezes parece ser uma grande brincadeira. A impressão que dá é a da já batida frase "vivendo e aprendendo": que inevitavelmente coisas erradas serão feitas por nós, mas que sempre dá para dar um jeito, arrumar o que fazemos de errado, ou até mesmo se adaptar a novas situações...até que acontece algo que nos traz à tona, um soco no estômago, um evento que nos mostra que certas escolhas ou atitudes são permanentes mesmo, não tem jeito.
Essa semana morreu uma amiga minha. Na verdade não era amiga, era conhecida, daquelas pessoas que a gente sempre vai dar "oi" mas nunca vai contar detalhes da vida, até por não existir uma intimidade na relação para isso. De qualquer forma, era alguém da minha idade, que eu vi crescer e que, por ser do mesmo círculo, acabei por acompanhar, mesmo que de longe, vários momentos da vida. E se, para mim, que estava a uma certa distância, o baque foi grande, imagino para as amigas que estavam junto todo dia, compartilhando alegrias, histórias, confissões e tudo aquilo que uma boa amizade nos proporciona. A tentativa de imaginar o tamanho da perda que elas tiveram me deixou sem chão.
O estranho é que além da tristeza pela morte em si, de uma pessoa tão jovem, querida e com certeza cheia de planos para o futuro, vem uma sensação de "meu deus, essas coisas realmente acontecem!". Aí é que a gente se dá conta que a vida não é brincadeira não, ou que uma hora esse grande jogo acaba. Foi com ela, mas podia ter sido comigo, com as minhas amigas, com qualquer pessoa que faz parte da minha vida. A gente vai vivendo dia a dia como se tudo fosse ser eterno, como se sempre fossem haver oportunidades para fazer, mudar, descobrir. Como se todos que nos cercam fossem eternos. Não são. Nada nem ninguém é.
Às amigas da Gabi, muitas delas minhas amigas também, eu desejo toda força do mundo para superar essa que deve ser a maior das dores. E a todos os outros eu desejo que essa percepção do quão tênue é a distância entre estar aqui agora e não estar mais se mantenha presente. Não para trazer medo demais, ou cuidados exagerados, mas para permitir viver com mais intensidade, cultivar só coisas boas e não perder tempo com bobagens, para amar todos que nos cercam e dizer sempre isso a eles, para nunca ir dormir de mal com alguém que se gosta muito, porque nunca sabemos quando será a última vez que o veremos. Parece conselho de livro de auto-ajuda, eu sei, e eu sou a primeira a esculhambar com esse tipo de literatura... mas como eu estou com isso engasgado na garganta desde sexta e já que a principal função desse blog é botar para fora sentimentos e organizar pensamentos, sentei e escrevi.
Se servir para alguém, fico feliz. Se não, já fez muito bem para mim.
Gabi, fica com Deus.
À todos que a amavam, força, fé e a consciência de que ela está bem, onde quer que esteja.
"É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã. Porque se você para para pensar, na verdade não há".
(Renato Russo)
Essa semana morreu uma amiga minha. Na verdade não era amiga, era conhecida, daquelas pessoas que a gente sempre vai dar "oi" mas nunca vai contar detalhes da vida, até por não existir uma intimidade na relação para isso. De qualquer forma, era alguém da minha idade, que eu vi crescer e que, por ser do mesmo círculo, acabei por acompanhar, mesmo que de longe, vários momentos da vida. E se, para mim, que estava a uma certa distância, o baque foi grande, imagino para as amigas que estavam junto todo dia, compartilhando alegrias, histórias, confissões e tudo aquilo que uma boa amizade nos proporciona. A tentativa de imaginar o tamanho da perda que elas tiveram me deixou sem chão.
O estranho é que além da tristeza pela morte em si, de uma pessoa tão jovem, querida e com certeza cheia de planos para o futuro, vem uma sensação de "meu deus, essas coisas realmente acontecem!". Aí é que a gente se dá conta que a vida não é brincadeira não, ou que uma hora esse grande jogo acaba. Foi com ela, mas podia ter sido comigo, com as minhas amigas, com qualquer pessoa que faz parte da minha vida. A gente vai vivendo dia a dia como se tudo fosse ser eterno, como se sempre fossem haver oportunidades para fazer, mudar, descobrir. Como se todos que nos cercam fossem eternos. Não são. Nada nem ninguém é.
Às amigas da Gabi, muitas delas minhas amigas também, eu desejo toda força do mundo para superar essa que deve ser a maior das dores. E a todos os outros eu desejo que essa percepção do quão tênue é a distância entre estar aqui agora e não estar mais se mantenha presente. Não para trazer medo demais, ou cuidados exagerados, mas para permitir viver com mais intensidade, cultivar só coisas boas e não perder tempo com bobagens, para amar todos que nos cercam e dizer sempre isso a eles, para nunca ir dormir de mal com alguém que se gosta muito, porque nunca sabemos quando será a última vez que o veremos. Parece conselho de livro de auto-ajuda, eu sei, e eu sou a primeira a esculhambar com esse tipo de literatura... mas como eu estou com isso engasgado na garganta desde sexta e já que a principal função desse blog é botar para fora sentimentos e organizar pensamentos, sentei e escrevi.
Se servir para alguém, fico feliz. Se não, já fez muito bem para mim.
Gabi, fica com Deus.
À todos que a amavam, força, fé e a consciência de que ela está bem, onde quer que esteja.
"É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã. Porque se você para para pensar, na verdade não há".
(Renato Russo)
sábado, 8 de março de 2008

Everytime I see you falling
Everytime I think of you,
I get shocked right through into a bolt of blue,
It's no problem of mine but it's a problem I find,
Living a life that I can't leave behind.
There's no sense in telling me.
The wisdom of the fool won't set you free,
But that's the way that it goes and it's what nobody knows,
And everyday my confusion grows.
Everytime I see you falling,
I get down on my knees and pray,
I'm waiting for that final moment,
You say the words that I can't say.
I feel fine and I feel good,
I feel like I never should,
Whenever I get this way I just don't know what to say,
Why can't we be ourselves like we were yesterday.
I'm not sure what this could mean,
I don't think sure what you see,
I do admit to myself that if I hurt someone else,
Then I'll never see just what we're meant to be.
Jewel
terça-feira, 29 de janeiro de 2008
Elas preferem os cafajestes
Na falta de inspiração, um texto do David Coimbra que reflete QUASE que a realidade...realidade indignante essa...
Elas preferem os cafajestes
A gaúcha aquela quer casar com o Maníaco do Parque. O cara está preso, condenado a 250 anos de cadeia e, pô, é o Maníaco do Parque, afinal de contas. Estuprou nove mulheres. Matou sete. E mesmo assim consegue namorada! Mais até: ela o chama de Chico.
— Eu sou a mulher do Chico — admitiu, orgulhosa, depois de ter pedido para fazer visita íntima ao Maníaco.
Visita íntima! Chico!
Claro, isso pode ser visto como uma boa notícia: se o Maníaco, que é o Maníaco, arranja mulher, imagina você, que é ajeitadinho e nem matou ninguém.
Mas não se trata disso. O fato é o seguinte: as mulheres preferem os cafajestes. E o Maníaco, puxa, existe grande probabilidade de ele ser encarado como cafajeste.
O cafajeste desperta na mulher dois instintos básicos: o maternal e o da concorrência com as outras mulheres. O maternal porque, para ela, o cafajeste é um moleque arteiro à espera da disciplina corretiva. O da concorrência porque o cafajeste, em tese, tem muitas mulheres. Logo, se uma delas o conquista, supera todas as outras.
Caso o homem não seja cafajeste, caso seja, digamos, um certinho, a mulher o olha com desprezo. Reclama:
— Ele está me sufocando!
Esse é o meu problema, confesso. As mulheres se aproximam de mim achando que sou cafajeste. Depois que passam um tempo comigo, percebem que não, que sou um sujeito decente, que lhes dou atenção, que repudio a traição. Então se decepcionam. Tento parecer cafajeste sempre, mas a correção, a dignidade, até mesmo a pureza que estão impregnadas em minh'alma, isso tudo é mais forte, acaba se manifestando. As mulheres, então, balançam a cabeça:
— Tsc tsc, e eu que achei que ele fosse canalha de verdade.
Triste.
Mas assim é o mundo, aprenda: se você quer de fato conquistar uma mulher, asfixie a integridade que existe em você. Por mais difícil e repugnante que pareça, disfarce: tente parecer um canalha. É duro, sei, mas vale a pena. Talvez você um dia chegue a ser tão atraente para elas quanto o Maníaco do Parque.
David Coimbra
*Texto publicado em 28/11/2003 em Zero Hora
Elas preferem os cafajestes
A gaúcha aquela quer casar com o Maníaco do Parque. O cara está preso, condenado a 250 anos de cadeia e, pô, é o Maníaco do Parque, afinal de contas. Estuprou nove mulheres. Matou sete. E mesmo assim consegue namorada! Mais até: ela o chama de Chico.
— Eu sou a mulher do Chico — admitiu, orgulhosa, depois de ter pedido para fazer visita íntima ao Maníaco.
Visita íntima! Chico!
Claro, isso pode ser visto como uma boa notícia: se o Maníaco, que é o Maníaco, arranja mulher, imagina você, que é ajeitadinho e nem matou ninguém.
Mas não se trata disso. O fato é o seguinte: as mulheres preferem os cafajestes. E o Maníaco, puxa, existe grande probabilidade de ele ser encarado como cafajeste.
O cafajeste desperta na mulher dois instintos básicos: o maternal e o da concorrência com as outras mulheres. O maternal porque, para ela, o cafajeste é um moleque arteiro à espera da disciplina corretiva. O da concorrência porque o cafajeste, em tese, tem muitas mulheres. Logo, se uma delas o conquista, supera todas as outras.
Caso o homem não seja cafajeste, caso seja, digamos, um certinho, a mulher o olha com desprezo. Reclama:
— Ele está me sufocando!
Esse é o meu problema, confesso. As mulheres se aproximam de mim achando que sou cafajeste. Depois que passam um tempo comigo, percebem que não, que sou um sujeito decente, que lhes dou atenção, que repudio a traição. Então se decepcionam. Tento parecer cafajeste sempre, mas a correção, a dignidade, até mesmo a pureza que estão impregnadas em minh'alma, isso tudo é mais forte, acaba se manifestando. As mulheres, então, balançam a cabeça:
— Tsc tsc, e eu que achei que ele fosse canalha de verdade.
Triste.
Mas assim é o mundo, aprenda: se você quer de fato conquistar uma mulher, asfixie a integridade que existe em você. Por mais difícil e repugnante que pareça, disfarce: tente parecer um canalha. É duro, sei, mas vale a pena. Talvez você um dia chegue a ser tão atraente para elas quanto o Maníaco do Parque.
David Coimbra
*Texto publicado em 28/11/2003 em Zero Hora
segunda-feira, 14 de janeiro de 2008
Dicas
Porto Alegre tá fervendo no verão, e não é do calor que eu tô falando, tá fervendo culturalmente!
Uma das coisas mais legais é a programação de verão no Santander Cultural. Rola filmes brasileiros, debates e pocket show, tudo isso a um precinho muito bacana, mais ou menos R$ 8,00. Dá pra conferir a programação em: www.santandercultural.com.br/programacao/reflexao.asp. Vale a pena!
O cinema também tá bombando de filmes bons. Tem O Suspeito, com a Reese Whiterspoon, mais um da safra sobre fatos consequentes do 11 de setembro.Coisas que perdemos pelo caminho, com a Halle Berry e Desejo e reparação, baseado no livro Reparação, do atual super lido Ian Mcewan, com a atual queridinha Keira Kinightley. Eu li o livro e acho que vale a pena. Tem também Meu nome não é Johnny, um dos que eu mais quero ver por, primeiro, ser brasileiro -adoro filmes brasileiros - segundo, ter o Selton Mello, um dos maiores atores brasileiros atualmente e terceiro, por ser uma história real, coisa que sempre cai bem em um filme, a gente fica divagando sobre como as coisas realmente aconteceram com determinada pessoa. Tem Conduta de risco, que me parece ser bem americanóide, mas mesmo assim bom - e convenhamos que qualquer filme com George Clooney tem que valer a pena -. Tem alguns franceses bons também, como Piaf e Um lugar na platéia, mas como eles estão só no Aero Guion, as chances de eu ter que esperar pra ver em DVD são altas. Dos que eu já vi e recomendo muitíssimo: O amor nos tempos do cólera e Ps Eu te amo . Emocionantes.
Ainda tem os lançamentos em dvd, muitos títulos interessantes. Dos que eu vi ultimamente gostei muito de dois: Não por acaso, brasileiro com o Rodrigo Santoro - que na minha opinião está cada vez melhor como ator - e Reine sobre mim, com o Adam Sendler fazendo drama - e muito bem, por sinal!
Ainda tem o tradicional Tangos e tragédias no Teatro São Pedro, que já virou uma parte ecrta do verão na capital e o Porto Verão Alegre, festival de teatro que reúne inúmeras peças a preços super acessíveis (http://www.portoveraoalegre.com.br/).
Assim quase não dá pra reclamar de não poder ir pra praia.
Uma das coisas mais legais é a programação de verão no Santander Cultural. Rola filmes brasileiros, debates e pocket show, tudo isso a um precinho muito bacana, mais ou menos R$ 8,00. Dá pra conferir a programação em: www.santandercultural.com.br/programacao/reflexao.asp. Vale a pena!
O cinema também tá bombando de filmes bons. Tem O Suspeito, com a Reese Whiterspoon, mais um da safra sobre fatos consequentes do 11 de setembro.Coisas que perdemos pelo caminho, com a Halle Berry e Desejo e reparação, baseado no livro Reparação, do atual super lido Ian Mcewan, com a atual queridinha Keira Kinightley. Eu li o livro e acho que vale a pena. Tem também Meu nome não é Johnny, um dos que eu mais quero ver por, primeiro, ser brasileiro -adoro filmes brasileiros - segundo, ter o Selton Mello, um dos maiores atores brasileiros atualmente e terceiro, por ser uma história real, coisa que sempre cai bem em um filme, a gente fica divagando sobre como as coisas realmente aconteceram com determinada pessoa. Tem Conduta de risco, que me parece ser bem americanóide, mas mesmo assim bom - e convenhamos que qualquer filme com George Clooney tem que valer a pena -. Tem alguns franceses bons também, como Piaf e Um lugar na platéia, mas como eles estão só no Aero Guion, as chances de eu ter que esperar pra ver em DVD são altas. Dos que eu já vi e recomendo muitíssimo: O amor nos tempos do cólera e Ps Eu te amo . Emocionantes.
Ainda tem os lançamentos em dvd, muitos títulos interessantes. Dos que eu vi ultimamente gostei muito de dois: Não por acaso, brasileiro com o Rodrigo Santoro - que na minha opinião está cada vez melhor como ator - e Reine sobre mim, com o Adam Sendler fazendo drama - e muito bem, por sinal!
Ainda tem o tradicional Tangos e tragédias no Teatro São Pedro, que já virou uma parte ecrta do verão na capital e o Porto Verão Alegre, festival de teatro que reúne inúmeras peças a preços super acessíveis (http://www.portoveraoalegre.com.br/).
Assim quase não dá pra reclamar de não poder ir pra praia.
quarta-feira, 9 de janeiro de 2008
tópicos
- Tô começando a achar que esse negócio de virada de ano funciona mesmo: ano novo, pique novo. Ninguém segura!
- Serve pra mim e serve pro Colorado, não tem pra ninguém esse ano hein: Inter campeão brasileiro 2008. Podem anotar.
- Porque raios o meu salário tá acabando cada vez mais cedo???
- Nunca imaginei que Porto Alegre no verão fosse tão bom... não sei se é excesso de otimismo da minha parte, mas tô achando uma belê. Fora os dias de calor insuportável, tá tudo melhor: as ruas mais vazias, menos engarrafamento, mas sem estar deserta total, com bastante gente pra se ver por aí... E tudo isso sabendo que daqui a praticamente vinte dias estarei no Nordeste!!!
- Coisa esquisita essas fases em que as mudanças são hiper visíveis. Acabou a época de se mudar para a praia por dois meses, pra mim e pra quase todos que me cercam. O tempo passa, putz...
- E o lema: "Se a fiel fala ele é meu...".
- Serve pra mim e serve pro Colorado, não tem pra ninguém esse ano hein: Inter campeão brasileiro 2008. Podem anotar.
- Porque raios o meu salário tá acabando cada vez mais cedo???
- Nunca imaginei que Porto Alegre no verão fosse tão bom... não sei se é excesso de otimismo da minha parte, mas tô achando uma belê. Fora os dias de calor insuportável, tá tudo melhor: as ruas mais vazias, menos engarrafamento, mas sem estar deserta total, com bastante gente pra se ver por aí... E tudo isso sabendo que daqui a praticamente vinte dias estarei no Nordeste!!!
- Coisa esquisita essas fases em que as mudanças são hiper visíveis. Acabou a época de se mudar para a praia por dois meses, pra mim e pra quase todos que me cercam. O tempo passa, putz...
- E o lema: "Se a fiel fala ele é meu...".
quinta-feira, 3 de janeiro de 2008
Single
Para não deixar de postar, aí vai um texto dos confins de 2007, ano passado já, que eu achei perdido no meu computador:
Em um momento de terapia meu comigo mesma (sim, cada vez mais eu sou minha própria terapeuta), eu comecei a me dar conta que essa minha mania de analisar a tudo e a todos foi se tornando mais freqüente recentemente. E a mania de me auto-analisar, então, aumentou nitidamente no ano que passou...parei para pensar o porquê, pois como toda analisadora bem sabe, tudo deve ter uma razão. E não é que cheguei a uma resposta? Fim de relacionamento. Solteirice. Just me and my self.
Desenvolvendo um pouco essa idéia, fui notando que quando a gente está com alguém, pensa o tempo todo na pessoa, no que fazer juntos, nos problemas e vantagens da relação, fantasia possibilidades, planeja o futuro juntos... Além disso, não tem nem muito tempo pra pensar no que quer que seja, pois quase todo o tempo do dia é passado na companhia de alguém: durante o dia se trabalha e se estuda (estando, assim, acompanhada dos colegas) e o tempo livre é reservado ao respectivo. Sobra muito pouco tempo então para ficarmos na nossa própria companhia, pouco tempo pra pensar em coisas não-urgentes, não-importantes, simplesmente ficar divagando. Sempre fui da opinião de que nada melhor do que uma boa discussão, aquelas tipo “conversa de bar” pra angariar argumentos e formatar idéias. Mas estou cada vez mais convencida que é no tempo sozinha que a gente junta essas idéias, seleciona as que nos parecem mais convincentes e forma novas para as próximas discussões...
Enfim, cá estou eu divagando de novo...
Em um momento de terapia meu comigo mesma (sim, cada vez mais eu sou minha própria terapeuta), eu comecei a me dar conta que essa minha mania de analisar a tudo e a todos foi se tornando mais freqüente recentemente. E a mania de me auto-analisar, então, aumentou nitidamente no ano que passou...parei para pensar o porquê, pois como toda analisadora bem sabe, tudo deve ter uma razão. E não é que cheguei a uma resposta? Fim de relacionamento. Solteirice. Just me and my self.
Desenvolvendo um pouco essa idéia, fui notando que quando a gente está com alguém, pensa o tempo todo na pessoa, no que fazer juntos, nos problemas e vantagens da relação, fantasia possibilidades, planeja o futuro juntos... Além disso, não tem nem muito tempo pra pensar no que quer que seja, pois quase todo o tempo do dia é passado na companhia de alguém: durante o dia se trabalha e se estuda (estando, assim, acompanhada dos colegas) e o tempo livre é reservado ao respectivo. Sobra muito pouco tempo então para ficarmos na nossa própria companhia, pouco tempo pra pensar em coisas não-urgentes, não-importantes, simplesmente ficar divagando. Sempre fui da opinião de que nada melhor do que uma boa discussão, aquelas tipo “conversa de bar” pra angariar argumentos e formatar idéias. Mas estou cada vez mais convencida que é no tempo sozinha que a gente junta essas idéias, seleciona as que nos parecem mais convincentes e forma novas para as próximas discussões...
Enfim, cá estou eu divagando de novo...
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