Lá vou eu ser repetitiva, mas whatever: adoro quando um filme brasileiro me surpreende positivamente! Eu já disse por aqui mais de uma vez que acho que, quando um filme brasileiro é bom mesmo, dá de dez em qualquer blockbuster americano que aparecer.
O adorado da vez foi "As melhores coisas do mundo", da diretora Lais Bodansky. Foi o nome da Lais, aliás, que me fez escolher esse filme dentre todas as opções disponíveis no cinema. Diretora do impactante "Bicho de sete cabeças" - filme sensacional e um dos responsáveis pela retomada do cinema nacional - e do sensível "Chega de saudade", ela já se tornou, para mim, uma referência, um nome à la Fernando Meirelles: basta o nome deles nos créditos para me fazer pegar a chave do carro e rumar para o cinema mais próximo.
Bom, ao filme: ADOLESCENTE. Mas não te assusta! Ele é, sem dúvidas, um filme adolescente, voltado para o público jovem e que retrata com perfeição a rotina, dúvidas e inquietações desta fase. Só que ele é tão delicado e tão real, que qualquer um sai dali se sentindo tocado - além de totalmente identificado. E eu digo "qualquer um" por experiência própria: meu pai foi ver comigo e, no auge dos seus cinquenta e poucos, adorou.
Eu acho que esse é um dos primeiros filmes voltado pra o público jovem brasileiro que é realmente bom. Isso foi, para mim, uma das suas grandes sacadas: quantos filmes adolescentes americanos nós já vimos, retratando a high school, as líderes de torcida, os jogadores de beisebol e toda aquela função americana que não tem NADA a ver com a gente? Não fossem os dilemas existenciais idênticos em qualquer parte do mundo, nao teríamos qualquer referência para gostar desses filmes. Acabamos gostando das histórias, mas nunca nos identificando com as situações. Já nesse, além da habilidade em contar a história, do realismo ao retratar os personagens e da sensibilidade marcante, não tem como não se ver na festinha de 15 anos, nas eleições para o Grêmio Estudantil, nas concentras pré-festa, nas conversas sobre a viagem para Porto Seguro e por aí vai. Não preciso nem dizer que eu incorporei todas aquelas referências e fui subitamente transportada para o inicinho dos anos 2000 e senti na pele todas as inquietações dos meus 15 anos! Muitas das quais, não pude deixar de perceber, persistem nos dias de hoje (pode isso?). É engraçado perceber como os pequenos problemas dessa época se tornam monstros na cabeça dos adolescentes. E mais, ver que tal "demonização" desses "pequenos" problemas não deixa de ter razão. Fase difícil essa! Difícil e boa, para dizer mais, inesquecível. Assim como o filme.
Então é isso, se eu te convenci te joga pro cinema, mas antes dá um conferes no trailer:
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No mais, estou curiosérrima para ver a tão falada Alice, menos pelo 3D, não tanto pela história e muito pelo Tim Burton! Acho que eu nunca saí insatisfeita de um filme dele, e com a recorrente dobradinha com o Johnny Deep então: tô dentro!
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E por fim, um pouquinho de Nietzche, em "Além do bem e do mal" para pensar:
"como conseguimos desde o princípio manter nossa ignorância, para gozar de uma quase inconcebível liberdade, imprevidência, despreocupação, impetuosidade, jovialidade na vida, para gozar a vida! (...) Chega a nos distorcer as palavras da boc, a nós, homens de saber: de quando em quando nos apercebemos, e rimos, de como justamente a melhor ciência procura nos prender do melhor modo a esse mundo simplificado, completamente artificail, fabricado, falsificado, e de como, involuntariamente ou não, ela ama o erro, porque, viva, ama a vida!".
Será mesmo a ignorância chave para a liberdade e impetuosidade? Será que a sabedoria e a compreensão do mundo leva consigo a jovialidade na vida? E se sim, o que escolher: compreender e se preocupar ou ignorar e desfrutar? Para mim, um dilema.
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SOM DO MOMENTO: THE BEAUTIFUL GIRLS
...Cause I got music,and it makes me feel alright.
Got this here music,and it helps me ease my mind up...
terça-feira, 27 de abril de 2010
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Trágicas e Cômicas
Tem uma amiga minha que não lê jornal, não tem esse hábito. Aliás, até pouco tempo ela não lia nada, até que surgiu a saga Crepúsculo para fazê-la sucumbir ao mundo das letras (bom, pelo menos alguma vantagem tinha que ter a saga Crepúsculo!). Mas enfim, não se fala sobre vampiros e lobisomens nos jornais, então ela segue dispensando esse tipo de leitura. Pois bem, a falta deste hábito, que antes eu achava ruim só pela falta de cultura geral e noção do que está acontecendo no mundo, se mostrou para mim agora até como causa de risco de vida! Explico: o destaque da Zero Hora ontem era a notícia de um menino que morreu de um choque que levou ao se encostar na grade de uma parada de ônibus de Porto Alegre. Tal parada localiza-se bem em frente a minha faculdade e qual não é a minha surpresa ao passar por lá ontem de noite, depois de ocorrido e noticiado o fato, e ver pelo menos umas duas criaturas beeem descansadas encostadas na grade enquanto esperavam o seu ônibus! Eu, com medo de passar perto da tal parada e os felizes ali, encostadaços no metal que deu o choque fatal em um menino no dia anterior! Das três, uma: ou essas pessoas eram suicidas, ou cansaram da roleta russa e resolveram brincar com a morte de outra maneira ou... não lêem jornal. Sendo a última opção a mais plausível, deixo novamente aqui o conselho para a minha amiga aquela, agora com a pretensão, inclusive, de zelar pela vida dela: VAI LER JORNAL!
...
E já que falei dessa notícia, não custa mencionar: não tem quem não se choque com essas mortes inesperadas, beirando o absurdo! Teve essa, teve a daquela menina que estava voltando da faculdade, na mesma Avenida João Pessoa onde se localiza a tal parada de ônibus, e caiu uma marquise na cabeça! Parece que certas vezes a morte quer zombar da gente, meio que enviando um aviso de que tem o poder e pode chegar a qualquer hora. São as típicas situações que "seriam cômicas se não fossem trágicas" e acabam sendo o tipo da coisa que me faz acreditar (ou desacreditar, não sei) em destino.
...
Amo troca de estação! Estou ficando cada vez mais convicta que as minhas estações prediletas são as intermediárias, primavera e outono. Elas vem quando a gente já está cansado da estação anterior (as fortes - ou friozão, ou calorão) e trazem um astral novo, uma sensação que eu adoro! O friozinho mal começou a se pronunciar em Porto Alegre e já me bateu aquela vontade de mantas, botas, queijos e vinhos, cobertor e filme, Gramado, fondue. Hmmmmmmmm...
...
Eu sempre gostei de revistas de moda, mas agora ando meio viciada em blogs do tipo também e juro que estou ficando com medo, haja vista a frequência com que ando lendo esse tipo de coisa, de incorporar o vocabulário fashionista ao meu usual. É um tal de hot spot da estação, jet setter, must have da temporada, high-low, vintage, make básico, label estrelado, fora o sempre presente balaio de it's (it girl, it bag, it shoe)! E ainda tem nomes como Genovieve Jones, Olivia Palermo e Alice Dellal, que não dizem nada para a maioria dos mortais, mas são modelos a seguir e assuntos a comentar para quem observa esse mundinho! Olha, no meio desse monte de jargões para inglês ver e de nomes para se imitar, dá até para usar de novo aquela expressão lá de cima, só que invertida: "SERIA TRÁGICO, SE NÃO FOSSE CÔMICO". Mas mesmo assim eu adoro!
...
E já que falei dessa notícia, não custa mencionar: não tem quem não se choque com essas mortes inesperadas, beirando o absurdo! Teve essa, teve a daquela menina que estava voltando da faculdade, na mesma Avenida João Pessoa onde se localiza a tal parada de ônibus, e caiu uma marquise na cabeça! Parece que certas vezes a morte quer zombar da gente, meio que enviando um aviso de que tem o poder e pode chegar a qualquer hora. São as típicas situações que "seriam cômicas se não fossem trágicas" e acabam sendo o tipo da coisa que me faz acreditar (ou desacreditar, não sei) em destino.
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Amo troca de estação! Estou ficando cada vez mais convicta que as minhas estações prediletas são as intermediárias, primavera e outono. Elas vem quando a gente já está cansado da estação anterior (as fortes - ou friozão, ou calorão) e trazem um astral novo, uma sensação que eu adoro! O friozinho mal começou a se pronunciar em Porto Alegre e já me bateu aquela vontade de mantas, botas, queijos e vinhos, cobertor e filme, Gramado, fondue. Hmmmmmmmm...
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Eu sempre gostei de revistas de moda, mas agora ando meio viciada em blogs do tipo também e juro que estou ficando com medo, haja vista a frequência com que ando lendo esse tipo de coisa, de incorporar o vocabulário fashionista ao meu usual. É um tal de hot spot da estação, jet setter, must have da temporada, high-low, vintage, make básico, label estrelado, fora o sempre presente balaio de it's (it girl, it bag, it shoe)! E ainda tem nomes como Genovieve Jones, Olivia Palermo e Alice Dellal, que não dizem nada para a maioria dos mortais, mas são modelos a seguir e assuntos a comentar para quem observa esse mundinho! Olha, no meio desse monte de jargões para inglês ver e de nomes para se imitar, dá até para usar de novo aquela expressão lá de cima, só que invertida: "SERIA TRÁGICO, SE NÃO FOSSE CÔMICO". Mas mesmo assim eu adoro!
terça-feira, 6 de abril de 2010
Pequenas trilogias
3 lugares onde me sinto em paz:
1) Mostardas
2) No cinema, ao apagar as luzes para começar o filme
3) Meu quarto
É ruim, mas é bom:
1) Mar de São Simão
2) Chiclete de pimenta
3) Acordar cedo pra correr
3 filmes anos 90 que eu sempre vou querer rever:
1) Uma linda mulher
2) Ghost
3) O guarda-costas
3 lugares onde eu me sinto em casa e para onde eu sempre quero voltar:
1) Rio de Janeiro
2) Praia do Rosa
3) Palmares
3 filmes brasileiros que marcaram a minha infância:
1) Sonho de verão
2) Lua de Cristal
3) Uma escola atrapalhada
3 situações que eu adoro:
1) almoço de família
2) encontrilho da Equipe
3) chimas com fofoca na área da minha casa de Mostardas
3 seriados que eu vejo e revejo e vejo e revejo:
1) Friends, sempre!
2) Sex and the city
3) Os normais
Faço feliz:
1) Viagens
2) Compras
3) Leituras
3 filmes brasileiros bem diferentes que me fazem acreditar no cinema nacional:
1) Cidade de Deus
2) À deriva
3) Apenas o fim
1) Mostardas
2) No cinema, ao apagar as luzes para começar o filme
3) Meu quarto
É ruim, mas é bom:
1) Mar de São Simão
2) Chiclete de pimenta
3) Acordar cedo pra correr
3 filmes anos 90 que eu sempre vou querer rever:
1) Uma linda mulher
2) Ghost
3) O guarda-costas
3 lugares onde eu me sinto em casa e para onde eu sempre quero voltar:
1) Rio de Janeiro
2) Praia do Rosa
3) Palmares
3 filmes brasileiros que marcaram a minha infância:
1) Sonho de verão
2) Lua de Cristal
3) Uma escola atrapalhada
3 situações que eu adoro:
1) almoço de família
2) encontrilho da Equipe
3) chimas com fofoca na área da minha casa de Mostardas
3 seriados que eu vejo e revejo e vejo e revejo:
1) Friends, sempre!
2) Sex and the city
3) Os normais
Faço feliz:
1) Viagens
2) Compras
3) Leituras
3 filmes brasileiros bem diferentes que me fazem acreditar no cinema nacional:
1) Cidade de Deus
2) À deriva
3) Apenas o fim
quinta-feira, 1 de abril de 2010
BBB

Tá, podem me xingar, me achar fútil, podem até fechar essa janela do Explorer agora mesmo, mas eu PRECISO fazer isso: vou falar sobre o Big Brother.
Eu não tenho vergonha nenhuma em dizer que eu adoro Big Brother. Aliás, eu até me orgulho um pouco de não ter vergonha nenhuma de dizer isso, enquanto um monte de gente que propagandeia aos quatro ventos o quanto é contra o programa, corre pra ver o que anda acontecendo assim que se vê sozinho com o televisor. Óbvio que tem futilidade ali, muita bunda, muita gente sem nada para falar. Mas, vazias ou não, as pessoas que estão ali são exatamente isso: pessoas. Reais. E isso é o que torna o programa tão atraente.
A questão toda, ao meu ver, não é o voyerismo inerente à coisa toda, como muitos acreditam. O “invadir” a privacidade alheia é o de menos. A grande sacada do esquema é a observação, em tempo integral, da personalidade humana, das reações dela a todo tipo de prova (convivência, ambição, resistência, vaidade). E isso não só em relação aos que estão confinados dentro da casa, mas também aos que estão aqui fora, votando e escolhendo quem “merece” ficar ou não.
Assim – e pra mim agora vem a grande moral da coisa toda - do BBB se tira, muito mais do que uma idéia da personalidade de cada jogador (e, consequentemente, das diferentes personalidades do ser humano), a noção de moralidade geral – e isso é o que mais me encanta. Analisando cada eliminação e cada vencedor do Big Brother – tendo acompanhado os programas, claro – dá para se ter a exata noção do que o público em geral acha certo, errado, o que admira e o que repudia nas pessoas e nos seus atos. Gente, isso é filosofia pura! Aristóteles baseou sua obra buscando definir o que era ética e a gente acaba tendo uma noção geral do que o público entende por ético de forma simples assim, num reles programa infame de televisão! Calma, não estou sugerindo que se troque a leitura dos clássicos pelas pílulas de sabedoria do Bial, só estou dizendo que, se despindo dos preconceitos, muita coisa que se teoriza lá, se exemplifica aqui.
Nessas 10 edições de programa, é fácil perceber o que encanta o público, Na minha opinião: sensibilidade, integridade e autenticidade. Sensibilidade para construir vínculos na casa (Bambam e Maria Eugênia; Sabrina e Dhomini; Jean e Grazi; Alemão, Iris e Fani; Lado B do Max, Priscila e Fran; Lia, Dourado e Cadu), integridade para assumir suas atitudes (vale dizer que nada obsta que essa integridade venha de forma “malandra”: pode jogar sim, pode até arquitetar coisas, desde que seja verdadeiro) e, por fim, autenticidade, característica rara nos dias de hoje, onde todos - querendo ser diferentes - são tão iguais.
Até concordo com aquela máxima de que toda unanimidade é burra, mas não consigo aceitar que um dos poucos programas que mobiliza o país (e não, isso não é exagero, basta acompanhar o twitter em dias decisivos do programa) não tenha seus méritos. Acho que nesse caso, a maioria que descarta o programa por puro pré-conceito acaba sendo muito mais tola do que a maioria que o acompanha. E é por isso eu seguirei acompanhando... podem me chamar de fútil, mas eu já fiz a lição de casa e li Ética a Nicómaco, só me resta agora buscar os exemplos.
segunda-feira, 22 de março de 2010
QUERO (um poema outonal)
Quero um tapete de plátanos,
Quero laranja, marrom e vermelho.
Quero o céu limpo e o ar seco,
Quero o azul impressionista.
Quero cores quentes embaixo,
E as frias em cima.
Há folhas que caem cedo, logo em março,
Há as que demoram mais e perduram até junho,
algumas chegam a julho, pobres.
Quero que o que está velho caia logo para não sofrer,
Mesmo achando lindo que ainda esteja vivo,
Não quero o egoísmo da posse.
Quero que se deitem,
Enfeitem nossas vidas
E nos encham de nostalgias.
Quero que sejam iluminados pela luz do Sol de outono.
Quero que descansem do verão e se preparem para o inverno.
Quero que abram espaço para as novas folhas.
Mas quero, também, que sempre estejam presentes.
Quero laranja, marrom e vermelho.
Quero o céu limpo e o ar seco,
Quero o azul impressionista.
Quero cores quentes embaixo,
E as frias em cima.
Há folhas que caem cedo, logo em março,
Há as que demoram mais e perduram até junho,
algumas chegam a julho, pobres.
Quero que o que está velho caia logo para não sofrer,
Mesmo achando lindo que ainda esteja vivo,
Não quero o egoísmo da posse.
Quero que se deitem,
Enfeitem nossas vidas
E nos encham de nostalgias.
Quero que sejam iluminados pela luz do Sol de outono.
Quero que descansem do verão e se preparem para o inverno.
Quero que abram espaço para as novas folhas.
Mas quero, também, que sempre estejam presentes.
segunda-feira, 15 de março de 2010
Ilustrando
O que ocorre: o meu último post foi sobre mudanças, como o tempo passa e como os acontecimentos de 2010 estão nos mostrando isso. O Pato, sem ler o meu, escreveu exatamente sobre a mesma coisa (só muda o ângulo). Sincronicidade de sentimentos é pouco! Bom, parelelo a isso, recebo um email extamente com esse título: "o tempo passa...". Pensei de pronto: "PQP, será que o mundo todo está sentindo a mesma coisa?". Como no fim do email, ao invés de me emocionar, ou chorar, ou parar pra pensar, eu estava rindo, resolvi colocar ele aqui para ilustrar as nossas confabulações de maneira um tanto mais, digamos assim, brejeira. Voilá!
Com vocês, a prova de que o tempo passa (através dos contos de fada):

BELA ADORMECIDA

BRANCA DE NEVE

CHAPÉUZINHO VERMELHO

CINDERELA

JASMIN

A BELA

NEMO
Com vocês, a prova de que o tempo passa (através dos contos de fada):

BELA ADORMECIDA

BRANCA DE NEVE

CHAPÉUZINHO VERMELHO

CINDERELA

JASMIN

A BELA

NEMO
quinta-feira, 11 de março de 2010
2010, the end of an Era
Changes. A brand new year has arrived and suddenly, right at the very beginning, I could not stop thinking about changes. Life is changing, the world seems to be turning upside down, the globe turning again and mixing everything up. This is the year when I turn twenty five. You are young when you are twenty five, some would say. Of course it depends on who your are talking to, but let us say, yes: twenty five is a young age. But, at least for me, this is the turning point in life when you first realize that even your changes aren’t for kids anymore.
Everyday you hear news from all over the world about people getting seriously sick, dying, being fired, people making babies, babies being born, old relationships falling apart or people moving God knows when they will come back. The great difference is that this time, it is all happening to me, or to people very close and dear to me. And therefore it somewhat interferes in my life.
It comes a time in life when you just cannot run away from all that, and maybe the best thing is to face it. “Come on! You are a grown up now! You can handle it”, I would say a few years ago. “To be a grown up…”, yeah, not that glamorous as I use to think.
Everything changes all the time and we have to deal with it, whether we like it or not. But there is one thing that all these events from 2010 made me face. It only proves that we are alone, since the moment we were born until we die. Good friends will be there for you and maybe that won’t change, but at the end we only have ourselves. Good moments with friends are meant to be lived and we do have to enjoy them every second, but they end. And when you least expect, it is over and everybody is saying how fast it went by.
But not everything is so bad about growing up. Every moment and everyday we learn how to keep the emotions that penetrate our minds, hearts, skin and shake us to the core and change us. And we keep going on, moving on, growing up.
Everyday you hear news from all over the world about people getting seriously sick, dying, being fired, people making babies, babies being born, old relationships falling apart or people moving God knows when they will come back. The great difference is that this time, it is all happening to me, or to people very close and dear to me. And therefore it somewhat interferes in my life.
It comes a time in life when you just cannot run away from all that, and maybe the best thing is to face it. “Come on! You are a grown up now! You can handle it”, I would say a few years ago. “To be a grown up…”, yeah, not that glamorous as I use to think.
Everything changes all the time and we have to deal with it, whether we like it or not. But there is one thing that all these events from 2010 made me face. It only proves that we are alone, since the moment we were born until we die. Good friends will be there for you and maybe that won’t change, but at the end we only have ourselves. Good moments with friends are meant to be lived and we do have to enjoy them every second, but they end. And when you least expect, it is over and everybody is saying how fast it went by.
But not everything is so bad about growing up. Every moment and everyday we learn how to keep the emotions that penetrate our minds, hearts, skin and shake us to the core and change us. And we keep going on, moving on, growing up.
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