Eu já previa que 2010 traria mudanças... pois sim, em perfeita sincronia com os acontecimentos, minhas previsões começam a se concretizar (sinceramente, eu estou começando a achar que o ofício da Mãe Diná e do Walter Mercado não é dos mais difíceis não...). Essa semana traz para mim dois acontecimentos do tipo "ei, te liga, minha filha, tu cresceu" junto com "ai, que apertão no coração!".
Amanhã a Mari, co-autora desse blog, atravessa o oceano rumo ao Velho Continente e sabe-se lá quando retorna. Sabe aqueles planos para um futuro distante, do tipo "depois que eu me formar vou largar o direito e fazer um curso de gastronomia na Europa"? Pois é, o futuro longíquo chegou e, quem diria, é amanhã já! Tá, espera aí, como assim??? Não vou me prolongar nesse post dizendo a importância que a Mari tem na minha vida, a companheira especial que ela se tornou e o quanto ela vai me fazer falta. Deixo isso para quando essa falta já estiver latente e eu precisar de um meio para expressar. Registro aqui apenas o sentimento de que o tempo passa, que o futuro está sempre batendo a nossa porta e que - sim! - as coisas mudam. Para o bom ou para o ruim (ou melhor: para o bom E para o ruim), como diria Lulu Santos, "tudo muda o tempo todo no mundo, como uma onda no mar".
E falando em mudança, o outro acontecimento: sábado a minha mais antiga melhor amiga casa. Minha primeira amigona, da minha idade, que casa. Fiz as contas e percebi serem 18 anos de amizade já, pode? Conhecer alguém há 18 anos e manter o vínculo de amizade, carinho e admiração é algo que me orgulha e me deixa feliz demais. E ver essa pessoa realmente feliz, cumprindo mais uma etapa da sua vida, é algo indescritível. Enfim, sábado ela junta os trapinhos oficialmente e, apesar de não ser surpresa, a ocasião me encheu de lembranças de momentos e da importância dela na minha vida.
E então, no meio desse início do período de mudanças, eu estou passando a semana inteirinha assim: ora me vem lembranças dos momentos com uma, ora lembranças dos momentos com outra, e as lágrimas teimam em não sair dos meus olhos! Não sei se é de emoção por ver as duas seguirem o caminho que escolheram, se de agonia por não saber como vai ser, por ver que o tempo passa ou se é de alegria por me dar conta que eu tenho duas pessoas tão especiais na minha vida. Provavelmente é a soma das três.
A Mari me descreveu uma letra de música que diz tudo:
"Sometimes I feel like throwing my hands up in the air
I know I can count on you
Sometimes I feel like saying "Lord I just don't care"
But you've got the love I need to see me through".
Difícil simplesmente deixar ir aqueles que conseguem te fazer se ver por inteiro.
Mas voem, amadas, voem.
terça-feira, 9 de março de 2010
quarta-feira, 3 de março de 2010
MóDicas:
Quem se interessa por moda / maquiagem / novidades e começa a fuxicar na internet vai descobrindo um site, dele descobre outro e quando vê não tem mais tempo para olhar tudo que a rede oferece de bom no aspecto. Brotam blogs super informativos, com dicas de maquiagem, comentários sobre marcas, fotos de roupas, dicas de eventos, entre diversas outras coisas utilíssimas para toda mulher que se preze que queira ficar super/minimamente antenada.
Como um monte de gente me pergunta sobre quais são os sites que eu mais olho, mais gosto e talz, resolvi colocar aqui algumas dicas:
http://www.blogfarmrio.com.br/?interna=Lw=
Blog da loja Farm do Rio (que eu A-M-O!), com várias novidades principalmente da loja, muitas dicas do Rio e mais um ou outro post de assuntos variados.
http://modices.com.br/dasruas/
Site só de fotos de como a galera se veste... no Rio. É bem bom para olhar tendencinhas, principalmente no verão.
http://evariado.wordpress.com/
Como diz o nome, fala de assuntos variados. Mas todos bem mulherzinha, de moda a filmes água com açúcar.
http://www.garotasestupidas.com/
Dos variados é um dos melhores. Dá dicas de maquiagens, de roupas, curiosidades sobre celebs, mostra lugares legais, etc.
http://pimentanoteuerefresco.blogspot.com/
Legalzinho também, bem variado, de repente interesse até a meninos (alguns posts).
http://www.rioetc.blogspot.com/
Outro com fotos e novidades cariocas. Obsessão?
http://sweetestpersonblog.com/
De uma blogueira gaúcha, o que facilita nas referências, mas bem conhecida nacionalmente, o que mostra que o blog tem o seu valor. Bem focado em dicas, principalmente de produtos de beleza em geral, mas tem até seus textinhos filosóficos.
http://thesartorialist.blogspot.com/
O que se usa nas ruas da Europa. Amo ficar olhando e babando pelo estilo dos europeus! Principalmente no inverno...
http://www.befrassy.com/
Também mostra e fala de moda do outro lado do oceano... bem completo, legal.
http://www.lookslikepoa.com/
O que a galera anda vestindo pelos nossos pagos...
http://cupcakesandcashmere.com/
Para mim ela é uma das que tem melhor gosto entre as blogueiras internacionais...
http://juliapetit.com.br/category/home/
Nem olho tanto, mas de vez em quando passo lá, já que a Julia Petit sempre é referência para os outros blogs.
http://www.naosousofisticada.com.br/
Bem voltado para moda. Bom.
Como um monte de gente me pergunta sobre quais são os sites que eu mais olho, mais gosto e talz, resolvi colocar aqui algumas dicas:
http://www.blogfarmrio.com.br/?interna=Lw=
Blog da loja Farm do Rio (que eu A-M-O!), com várias novidades principalmente da loja, muitas dicas do Rio e mais um ou outro post de assuntos variados.
http://modices.com.br/dasruas/
Site só de fotos de como a galera se veste... no Rio. É bem bom para olhar tendencinhas, principalmente no verão.
http://evariado.wordpress.com/
Como diz o nome, fala de assuntos variados. Mas todos bem mulherzinha, de moda a filmes água com açúcar.
http://www.garotasestupidas.com/
Dos variados é um dos melhores. Dá dicas de maquiagens, de roupas, curiosidades sobre celebs, mostra lugares legais, etc.
http://pimentanoteuerefresco.blogspot.com/
Legalzinho também, bem variado, de repente interesse até a meninos (alguns posts).
http://www.rioetc.blogspot.com/
Outro com fotos e novidades cariocas. Obsessão?
http://sweetestpersonblog.com/
De uma blogueira gaúcha, o que facilita nas referências, mas bem conhecida nacionalmente, o que mostra que o blog tem o seu valor. Bem focado em dicas, principalmente de produtos de beleza em geral, mas tem até seus textinhos filosóficos.
http://thesartorialist.blogspot.com/
O que se usa nas ruas da Europa. Amo ficar olhando e babando pelo estilo dos europeus! Principalmente no inverno...
http://www.befrassy.com/
Também mostra e fala de moda do outro lado do oceano... bem completo, legal.
http://www.lookslikepoa.com/
O que a galera anda vestindo pelos nossos pagos...
http://cupcakesandcashmere.com/
Para mim ela é uma das que tem melhor gosto entre as blogueiras internacionais...
http://juliapetit.com.br/category/home/
Nem olho tanto, mas de vez em quando passo lá, já que a Julia Petit sempre é referência para os outros blogs.
http://www.naosousofisticada.com.br/
Bem voltado para moda. Bom.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Éééé... CARNAVAL!!!!
País do Carnaval(Pedro Freire)
Atenção senhoras e senhores
Bem-vindos ao Brasil
O país do carnaval
Escute o som brasileiro
Vem que vai gostar
Do som do pandeiro
Vem se contagiar
Nada como Carnaval. Música. Alegria. Amigos. Praia. AMO.
Seja a tradicional e incomparável folia em São Simão com o Funil, seja diversificando por esse Brasil afora... esse ano: Rio!
Pensamentos, teorias e devaneios sobre o tema em breve por aqui.
Por enquanto só posso desejar um bom Carnaval a todos! NÃO COMPORTEM-SE!!!
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
a interpretação dos sonhos
Não sou muito de sonhar. Raramente lembro o que sonhei, e quando lembro, normalmente vêm imagens desconexas, desprovidas de sentido; penso nelas ao acordar, mas enquanto leio o jornal tomando café, já esqueci...
Nos últimos dias, isso mudou: à noite, meu cérebro tem produzido historinhas cheias de simbolismo, e eu tenho trocado as palavras cruzadas matinais pela decifragem do meu universo onírico, subitamente enriquecido!
Hoje mesmo, acordei me lembrando de tudo: eu passava um tempo em uma prainha bem primitiva, paradisíaca, com um grupo. Um sujeito desse grupo era um poço de arrogância, um desses urbanóides multiconectados e hiperconsumistas, que se sentia muito superior àquele lugar e às pessoas simples que viviam ali. Era um cara hostil, e atacava um local com deboches, xingamentos e bolinhos de areia (sim, bolinhos de areia, oras). O local, que não era bobo, revidou e saiu a tocar muita areia na nossa casa. Eu, que estava na varanda, fui praticamente soterrada, mas em vez de entrar na guerra de bolinhos, fui falar com o meu colega boçal, que a essas alturas estava bem alterado, com muitas facas nas mãos, os olhos arregalados, injetados de sangue, um horror. Eu falava e ele ia apontando facas pro meu pescoço, mas eu continuava falando, irreconhecivelmente diplomática. Meu discurso era bonitinho, politicamente correto, falava de respeito, das virtudes daquele lugar, daquelas pessoas, da simplicidade. Corta. Pula pra uma cena em que eu acordo, na mesma prainha. Agora já não é mais uma viagem, eu me tornei moradora. Na mesma cama, dormindo comigo, um ex-namorado com quem eu um dia fiz planos na linha de "um amor e uma cabana". Na vida real, esses planos e mais uma série de coisas me encheram de aflição e eu encerrei a história de uma hora pra outra. No sonho, eu paguei pra ver, e ali estávamos, nós e nossa cabana. E a mesma aflição de alguns anos atrás. É como se eu finalmente enxergasse o que poderia ter sido (coisa que muito especulei) e percebesse que não era aquilo que eu queria. O resto do sonho, basicamente, era eu chorando escondida em cenários de babar.
Abri os olhos e me pus a encaixar as peças: o seboso aquele? Era eu. Era meu lado roots, singelo, praiano, dialogando com o meu lado urbano, complexo, sofisticado e um tanto metido. Passei boa parte da minha vida pensando que teria que optar por uma margem do rio, e há pouco me convenci de que o legal é nadar livremente, e me deixar levar pela correnteza de vez em quando. É poder estar hoje no Rosa, de chinelo e biquíni, e amanhã em Londres, em uma cozinha estrelada, e achar as duas experiências igualmente deliciosas. Não à toa a conversa foi tranquila e positiva no sonho - no mundo concreto também imperou a harmonia, finalmente. A parte do meu amor do passado foi redentora: um aval sobre as escolhas que eu fiz. Não andava mais pensando nisso, mas alguma parte do meu subconsciente devia estar precisando desse "selo de garantia".
Esse foi só mais um de uma série de sonhos curiosos que eu ando tendo. No divã, ouvi que era característico dessa fase de finalização do tratamento (sim, estou a um passo da alta, e não é só porque eu vou me mudar pro outro lado do oceano!) sonhar, e nos sonhos ver muitas das conclusões às quais nós chegamos nos últimos anos. Faz sentido.
Também se compreende essa minha sanha interpretativa em dias de casa vazia e nostalgia à flor da pele. Tudo remete à partida, ao porvir, às memórias... Tudo isso é muito bom. Até chorar de saudades - reais ou antecipadas - é maravilhoso. É vida! Cada vez mais bonita.
Nos últimos dias, isso mudou: à noite, meu cérebro tem produzido historinhas cheias de simbolismo, e eu tenho trocado as palavras cruzadas matinais pela decifragem do meu universo onírico, subitamente enriquecido!
Hoje mesmo, acordei me lembrando de tudo: eu passava um tempo em uma prainha bem primitiva, paradisíaca, com um grupo. Um sujeito desse grupo era um poço de arrogância, um desses urbanóides multiconectados e hiperconsumistas, que se sentia muito superior àquele lugar e às pessoas simples que viviam ali. Era um cara hostil, e atacava um local com deboches, xingamentos e bolinhos de areia (sim, bolinhos de areia, oras). O local, que não era bobo, revidou e saiu a tocar muita areia na nossa casa. Eu, que estava na varanda, fui praticamente soterrada, mas em vez de entrar na guerra de bolinhos, fui falar com o meu colega boçal, que a essas alturas estava bem alterado, com muitas facas nas mãos, os olhos arregalados, injetados de sangue, um horror. Eu falava e ele ia apontando facas pro meu pescoço, mas eu continuava falando, irreconhecivelmente diplomática. Meu discurso era bonitinho, politicamente correto, falava de respeito, das virtudes daquele lugar, daquelas pessoas, da simplicidade. Corta. Pula pra uma cena em que eu acordo, na mesma prainha. Agora já não é mais uma viagem, eu me tornei moradora. Na mesma cama, dormindo comigo, um ex-namorado com quem eu um dia fiz planos na linha de "um amor e uma cabana". Na vida real, esses planos e mais uma série de coisas me encheram de aflição e eu encerrei a história de uma hora pra outra. No sonho, eu paguei pra ver, e ali estávamos, nós e nossa cabana. E a mesma aflição de alguns anos atrás. É como se eu finalmente enxergasse o que poderia ter sido (coisa que muito especulei) e percebesse que não era aquilo que eu queria. O resto do sonho, basicamente, era eu chorando escondida em cenários de babar.
Abri os olhos e me pus a encaixar as peças: o seboso aquele? Era eu. Era meu lado roots, singelo, praiano, dialogando com o meu lado urbano, complexo, sofisticado e um tanto metido. Passei boa parte da minha vida pensando que teria que optar por uma margem do rio, e há pouco me convenci de que o legal é nadar livremente, e me deixar levar pela correnteza de vez em quando. É poder estar hoje no Rosa, de chinelo e biquíni, e amanhã em Londres, em uma cozinha estrelada, e achar as duas experiências igualmente deliciosas. Não à toa a conversa foi tranquila e positiva no sonho - no mundo concreto também imperou a harmonia, finalmente. A parte do meu amor do passado foi redentora: um aval sobre as escolhas que eu fiz. Não andava mais pensando nisso, mas alguma parte do meu subconsciente devia estar precisando desse "selo de garantia".
Esse foi só mais um de uma série de sonhos curiosos que eu ando tendo. No divã, ouvi que era característico dessa fase de finalização do tratamento (sim, estou a um passo da alta, e não é só porque eu vou me mudar pro outro lado do oceano!) sonhar, e nos sonhos ver muitas das conclusões às quais nós chegamos nos últimos anos. Faz sentido.
Também se compreende essa minha sanha interpretativa em dias de casa vazia e nostalgia à flor da pele. Tudo remete à partida, ao porvir, às memórias... Tudo isso é muito bom. Até chorar de saudades - reais ou antecipadas - é maravilhoso. É vida! Cada vez mais bonita.
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
2010

Comecei 2010 enjoada de Coca Light e sem muita vontade de comer uva. Só isso já era razão para eu começar a me questionar, e para quem me conhece, pensar seriamente se era caso de me internar. Um pouquinho antes de adentrar o novo ano, decidi trocar a loucurada usual com as amigas em Santa por um agradável e há tempos não compartilhado festejo em família, no singelo litoral gaúcho. Eram quase duas da madrugada quando eu me dei conta que estava de pijamas, tomando chá e conversando com minha vó, ao invés de estar no auge da alcoolização com qualquer pessoa que compartilhasse do meu estado e entendesse a minha língua enrolada, como de praxe acontece naquela data. Hospício para mim, devem pensar, fato. Já usei muita calcinha vermelha e rosa nas minhas viradas de ano, pedindo paixão e amor. Algumas vezes usei amarela, tentando fazer rolar um up grade na minha conta bancária. Esse ano, para espanto geral, tasquei uma simples calcinha branca para pedir, pasmem... paz. Pura e simples, três letrinhas, p-a-z. Tudo que eu quero nesse ano que se inicia é paz – e que ela se encarregue de trazer o resto (ou de me conformar por não tê-lo). Conforme os dias do ano novo foram passando, fui notando a minha introspecção, vontade de ler muito, muita fome de informação e pouca disposição para exageros em geral. Sede de tranqüilidade, mar, sombra e água fresca – e por água, pode se entender uma cervejinha também, que ninguém é de ferro. Se 2009 foi ano de pique total – e foi sen-sas-cio-nal – em 2010, sem planejar e nem saber porque, eu reduzi a marcha, e ando numa tranqüilidade gostosa, que eu não consigo prever quando vai passar. Vai passar, não tenho dúvidas, é o velho lance das fases que eu tanto comento. Mas enquanto isso eu vou aproveitando para pôr a minha leitura em dia, a minha saúde em pé e a minha mente em sintonia. Como diria o meu pai, parafraseando algum cantor que eu não lembro bem agora:
“Tudo é uma questão de manter
A mente certa
A espinha ereta
E o coração tranqüilo”
É isso que eu desejo para mim em 2010. Não se preocupem, acho que ainda não é caso de internação.
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Lidos
Mais uma vez, estou órfã!
É a impressão que eu tenho toda vez que termino um livro que eu gostei demais. É quase como a sensação de fim de romance, bate aquele vazio, uma mistura entre a tristeza de ter perdido um “companheiro” com o prazer que aquilo me proporcionou até então.
Dessa vez foi com o “Pra sempre teu, Caio F.”, da Paula Dip. Espécie de biografia do Caio Fernando Abreu, escritor que eu a-m-o e passei a admirar mais ainda. Tenho diversas coisas para comentar desse livro, sensações, conclusões, impressões. Sobre o texto do Caio e sobre a vida dele, personalidade. E sobre como ambos se unem. Sobre o gosto por escrever acima de qualquer coisa. Sobre cartas. Sobre as reações das pessoas na iminência da morte.
Na noite que terminei o livro eu nem dormi direito, a cabeça não parava de funcionar, sonhei a noite inteira com aquilo tudo. Fiz dezenas de textos mentais sobre ele para postar aqui enquanto tentava dormir. Obviamente não lembro mais de nenhum. De qualquer jeito, é verão em Porto Alegre, férias da faculdade e fim de semana de viagem, os mil comentários vão ter que ficar para depois. Acaba que o post é só de dica mesmo, afinal, nada como um bom livro à beira-mar!
Eu, enquanto isso, catei um outro livro para começar agora, mas parece que nunca vai ser a mesma coisa, que ele não vai suprir nem acrescentar coisas em mim como o outro fez. A comparação, nesses casos, é inevitável. Como eu disse, praticamente um fim de romance.
É a impressão que eu tenho toda vez que termino um livro que eu gostei demais. É quase como a sensação de fim de romance, bate aquele vazio, uma mistura entre a tristeza de ter perdido um “companheiro” com o prazer que aquilo me proporcionou até então.
Dessa vez foi com o “Pra sempre teu, Caio F.”, da Paula Dip. Espécie de biografia do Caio Fernando Abreu, escritor que eu a-m-o e passei a admirar mais ainda. Tenho diversas coisas para comentar desse livro, sensações, conclusões, impressões. Sobre o texto do Caio e sobre a vida dele, personalidade. E sobre como ambos se unem. Sobre o gosto por escrever acima de qualquer coisa. Sobre cartas. Sobre as reações das pessoas na iminência da morte.
Na noite que terminei o livro eu nem dormi direito, a cabeça não parava de funcionar, sonhei a noite inteira com aquilo tudo. Fiz dezenas de textos mentais sobre ele para postar aqui enquanto tentava dormir. Obviamente não lembro mais de nenhum. De qualquer jeito, é verão em Porto Alegre, férias da faculdade e fim de semana de viagem, os mil comentários vão ter que ficar para depois. Acaba que o post é só de dica mesmo, afinal, nada como um bom livro à beira-mar!
Eu, enquanto isso, catei um outro livro para começar agora, mas parece que nunca vai ser a mesma coisa, que ele não vai suprir nem acrescentar coisas em mim como o outro fez. A comparação, nesses casos, é inevitável. Como eu disse, praticamente um fim de romance.
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